Banda gaúcha Atomic Elephant coloca peso e groove na abertura para show do Apocalytica em Porto Alegre dia 16 de janeiro

Créditos da Foto: Divulgação
Créditos da Foto: Divulgação

A Atomic Elephant, de Porto Alegre (RS), é a banda escolhida para fazer as honras da casa no show que o Apocalyptica faz na capital gaúcha dia 16 de janeiro, no Teatro do Bourbon Country (Shopping Bourbon – Tulio de Rose, 80)

 

A Atomic Elephant, de Porto Alegre (RS), é a banda escolhida para fazer as honras da casa no show que o Apocalyptica faz na capital gaúcha dia 16 de janeiro, no Teatro do Bourbon Country (Shopping Bourbon – Tulio de Rose, 80).

Se o grupo que é atração principal do evento aposta em um viés não ortodoxo com seu som – uma mistura entre metal e música sinfônica -, o trio instrumental gaúcho que toca antes dos finlandeses na ocasião também apresenta uma proposta ousada ao cruzar groove, peso e técnica em suas composições.

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Ingressos aqui: https://uhuu.com/evento/rs/porto-alegre/apocalyptica-12193

O projeto surgiu durante a pandemia do novo coronavírus, em 2020, inicialmente sob a alcunha de “United By The Quarantine“. Em seguida, alterou o nome para Atomic Elephant e lançou, em 2021, o primeiro registro: o EP autointitulado com cinco composições. A formação, à época, contava com Renato Osorio (guitarra – Hibria/ Paul Di’anno), Gustavo Strapazon (baixo – Scelerata/ Paul Di’anno) e Thiago Caurio (bateria – Astafix/ Keep Them Blind). Produzido pela própria banda e mixado pelo guitarrista, o registro foi disponibilizado nas principais plataformas de streaming e bem recebido tanto pelo público quanto pela crítica especializada.

Em 2023, após alguns shows, o Atomic Elephant retomou o processo de composição e anunciou uma substituição: o baixista Benhur Lima (baixo – Hibria/Anaxes) assumiu os graves. Renovado, o trio lançou o single “Elefunk” (gravado ao vivo no estúdio Black Stork e mixado por Benhur Lima). Atualmente, o conjunto dedica-se ao trabalho de criação para seu álbum completo de estreia, que deve sair este ano.

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Saiba mais sobre a Atomic Elephant:
Instagram: @atomicelephantband
YouTube: https://www.youtube.com/@atomicelephantband3304

SERVIÇO:
O que: APOCALYPTICA EM PORTO ALEGRE
Local: Teatro do Bourbon Country (Shopping Bourbon – Tulio de Rose, 80)
Classificação etária: 16 anos (acompanhado de responsável legal)
Quando: Terça-feira, 16 de janeiro

Horários:
19h30min – portas
20h – Atomic Elephant
21h – APOCALYPTICA

Ingressos
PLATEIA BAIXA
Solidário – R$ 265*
Meia – R$ 260**
Inteira – R$ 520

PLATEIA ALTA
Solidário – R$ 225*
Meia – R$ 220**
Inteira – R$ 440

CAMAROTE
Solidário – R$ 325*
Meia – R$ 320**
Inteira – R$ 640

MEZANINO E GALERIA MEZANINO
Solidário – R$ 185*
Meia – R$ 180**
Inteira – R$ 360

Pontos de venda
Online (com taxa de conveniência):
www.uhuu.com.br (em até 12x no cartão)

PONTO DE VENDA SEM TAXA:
Bilheteria do Teatro do Bourbon Country
2º andar do Shopping Bourbon Country (Av. Túlio de Rose, nº. 80)
Horário de funcionamento: segunda a sábado das 13h às 21h e, aos domingos e feriados, das 14h às 20h

Formas de Pagamento:
Internet : Pix e Cartões Visa, Master, Diners, Hiper, Elo e American.
Bilheteria: Dinheiro, Visa, Master, Diners, Hiper, Elo, Vale Cultura Ticket, American e Banricompras.
Parcelamento no cartão de crédito: até 4x sem juros, de 5x até 12x com juros

* A organização do evento não se responsabiliza por ingressos comprados fora dos anunciados
** Será proibida a entrada de câmeras fotográficas/filmadoras profissionais e semiprofissionais.

APOCALYPTICA
O Apocalyptica provou que som pesado e música clássica podem se unir de maneira primorosa. A banda finlandesa de metal sinfônico foi formada em Helsinque, em 1993, e tem em sua formação violoncelos e percussão. No início, o projeto era um tributo ao Metallica, mas adotou um estilo de metal neoclássico sem o uso de guitarras e baixos convencionais. Com nove álbuns de estúdio, o conjunto vendeu mais de quatro milhões de álbuns. Atualmente, a formação é Eicca Toppinen, Perttu Kivilaakso e Paavo Lötjönen (todos violoncelos) e Mikko Sirén (bateria).

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O trabalho mais recente é “Cell-0” (2020) que, conforme Eicca Toppinen (violoncelista e membro fundador) “representa o núcleo de tudo”. Como bons exploradores, sempre em busca de novas formas para se expressar, o Apocalyptica viajou fundo no universo da música instrumental para o material de estúdio mais recente. O amor e a paixão que alimentaram o conjunto no começo agora carregam camadas mais ricas de conhecimento e experiência, que por sua vez conduzem à realização por meio de um caminho criativo ousado.

Queríamos nos desafiar a encontrar mais sabores no próprio violoncelo”, diz o violoncelista Perttu.

Nós criamos “Cell-0” como uma obra de arte completa e não pensamos em singles ou ‘no momento’ de singles ou algo assim”, complementa Eicca.

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A gênese da criação do “Cell-0” surgiu quando o Apocalyptica estava ocupado na turnê de 20º aniversário, em 2018. Quando a banda começou a gravação no Sonic Pump Studios em Helsinque, ficou claro que as descobertas não viriam facilmente. No entanto, os músicos se apoiaram na liberdade de explorar e criar sem restrições de formato ou cronograma, fazendo com que o Apocalyptica fosse revigorado pelo processo.

Em “Cell-0” você pode ouvir claramente que não seguimos o caminho mais fácil. Quando poderíamos ter pensado que algo era bom, então diríamos que não era ótimo, e trabalharíamos nisso de novo. E essa tem sido a ferramenta para desenvolvermos a composição, o arranjo, a produção e todos os aspectos da produção deste álbum. É um processo difícil estar no estúdio por meses e seguir nos desafiando todos os dias durante doze horas, mas essa resistência é algo que você aprende”, afirma Eicca.

Ao se esforçar para encontrar novas nuances em sua própria musicalidade, o Apocalyptica se abriu para alguns métodos e emoções aparentemente pouco ortodoxos para viajar pelo processo de criação. O resultado é um álbum que envolve o ouvinte em uma miríade de sentimentos e emoções que vão desde do thrash furioso de “En Route To Mayhem” até a etérea de “Ashes Of The Modern World“, passando pelo escopo cinematográfico de “Call My Name“.

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Milhões de notas se combinam para criar música, assim como milhões de células combinam-se para criar vida. Quando você visualiza a coisa toda, padrões semelhantes aparecem. Quando você olha para partituras sinfônicas, parece um céu estrelado, e quando eu olho para o céu e vejo as estrelas, também as vejo como notas potenciais”, compara Perttu, acrescentando sobre inspirações: “Há pessoas sofrendo e outras que não tratam nosso planeta adequadamente, por isso há ansiedade relativamente ao estado do mundo. Muitas das músicas referem-se à cegueira e à ganância da humanidade e ao que deveríamos estar fazendo. Discutimos durante a escrita que esta era uma série muito importante de emoções e observações para expressar, especialmente no que diz respeito à ignorância. Comecei a acreditar que a ignorância humana deveria ser tratada como um pecado mortal, pois está por trás de muitas das coisas ruins que nos cercam atualmente”.

Escrever música, pelo menos para mim, é filtrar experiências por meio da sua personalidade”, acrescenta Eicca, que se viu ouvindo velhos favoritos como Shostakovich, Prokofiev e Gojira na época de compor “Cell-0”.

No registro mais recente, o Apocalyptica trabalhou com o renomado produtor e engenheiro Andrew Scheps, que já atuou com Red Hot Chili Peppers, Lana Del Rey, Metallica e Black Sabbath entre outros. O álbum foi mixado no Monnow Valley Studios em Gales do Sul (Reino Unido), e a banda não poderia estar mais feliz com os resultados.

Assessoria de Imprensa:
Homero Pivotto Jr.

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