Skid Row – Slave to the Grind (Um Metal por Dia)

Skid Row – Slave to the Grind

O Skid Row, que iniciou a sua trajetória fortemente vinculado ao cenário Glam Rock, praticamente se tornou uma banda de Heavy Metal no seu segundo álbum

Lançado em 1991, “Slave to The Grind” deixou de lado os clichês sonoros do Hard Rock para investir todas as suas fichas nos riffs pesados, nas melodias obscuras e na performance extremamente agressiva do vocalista Sebastian Bach.

O registro, além de bem consistente dentro de uma perspectiva mais extrema, também conseguiu um estupendo êxito comercial, chegando ao topo das paradas da Billboard, com mais de duas milhões de cópias vendidas somente no Estados Unidos. Gravado em cerca de um ano e produzido pelo experiente Michael Wagener (Accept e Dokken), “Slave to The Grind” tem uma coleção invejável de 12 composições, todas bastante diversificadas e com uma força rítmica praticamente insuperável pelos outros discos do Skid Row. Além de Sebastian Bach, o baixista Rachel Bolan e o guitarrista Dave Sabo foram os responsáveis por escrever todo o repertório do álbum, que beira os 50 minutos de duração, num pique incrível.

Monkey Business“, “Slave to The Grind“, “The Threat“, “Beggar’s Day” e “Livin’ on A Chain Gang” são alguns dos principais destaques do material. As cinco faixas têm o mérito de encaixar melodias empolgantes e refrãos totalmente radiofônicos a um andamento bem pesado e incomum às bandas contemporâneas ao Skid Row, como o Guns N’ Roses e o Motley Crue, por exemplo.

As baladas “In a Darkneed Room” e “Wasted Time” complementam o disco de uma forma bem eficiente, mantendo o quinteto de New Jersey ainda em um nível “acessível” para o grande público.




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