Megadeth – Endgame (Um Metal por Dia)

Megadeth – Endgame

Rust In Peace“, “Countdown To Extinction” e “Youthanasia“, compõem uma trinca de álbuns que muito ouvi, quando ainda estava descobrindo o Heavy Metal na adolescência.

O Megadeth, que se tornou um dos principais nomes do gênero na virada dos anos 80 para a década de 90, sofreu uma queda de popularidade quando “Risk” chegou às lojas, em 1999, explorando algumas referências do eletrônico.

A virada de Dave Mustaine & cia. só iria ocorrer em 2009, com o ótimo “Endgame” e último registro antes do retorno de David Ellefson ao grupo.

Tirando a banda da zona de conforto, o disco tem um dos conjuntos mais inspirados de composições feitas pelos caras, com um destaque imenso para o trabalho de guitarra feito por Chris Broderick, ex-Jag Panzer e que estreava no conjunto.

A produção do álbum, conduzida pelo renomado Andy Sneap, deu uma sonoridade mais encorpada ao Thrash Metal do Megadeth, sobretudo ao explorar toda a técnica instrumental do quarteto norte-americano.

Mesmo que os riffs sujos tenham perdido o espaço aqui, “This Day We Fight!“, “44 Minutes“, “1.320“, “Head Crusher” e “The Right To Go Insane” são os principais destaques do material, com melodias, refrãos e solos marcantes.

O encaixe espaçado das melhores faixas ao longo do repertório foi uma ótima ideia e segura o pique de “Endgame” do início ao final.





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