A história do rock gaúcho se confunde um pouco com a trajetória da banda Taranatiriça.

Em atividade desde o final dos anos 70, o grupo rapidamente se tornou uma das referências para o gênero no estado, a partir do álbum Totalmente Rock, de 1985.

Os nomes de Alemão Ronaldo (vocal), Marcelo Truda (guitarra), Paulo Mello (baixo) e Cau Haufner (bateria) foram ainda mais longe, dois anos depois, com o disco Taranatiriça II, de enorme sucesso e com o suporte de uma grande gravadora.

Em mais de 30 anos de carreira, as apresentações ao vivo sempre foram o que Taranatiriça fez de melhor.

A banda participou de grandes festivais, como o Rock Unificado e o Rock Grande do Sul.

Com um som que sempre representou o mais puro Rock’n’Roll, o Taranatiriça tocou em quase todo o Rio Grande do Sul e Santa Catarina.

Também houve incursões por São Paulo e Rio de Janeiro, onde a banda se apresentou no Circo Voador e no finado Programa do Chacrinha, na TV Globo.

A discografia da banda começa pela fita K7 Atucanação, gravada no Chicago’s Bar em Porto Alegre, no outono de 1984.

No mesmo ano a música Rockinho foi extenuantemente tocada nas rádios e abriu a coletânea Rock Garagem, que foi lançada pelo selo gaúcho Acit, em que também participaram Garotos da Rua e Replicantes.

O primeiro LP dp grupo, intitulado Totalmente Rock, foi gravado em 1985 e teve grande repercussão.

O ótimo resultado atingido pela obra valeu um contrato posterior com a gravadora Copacabana, pela qual, em 1987, o disco Taranatiriça II foi lançado.

Com uma trajetória meteórica que se confunde com a história do rock gaúcho, o Taranatiriça volta para matar a saudade de seus velhos fãs e conquistar uma nova geração.

A banda foi uma das atrações do Festival Poa Rock, que aconteceu no Auditório Araújo Vianna, em Porto Alegre, no dia 01 de julho.

Realização: Sunday Morning Studios / Serenata Iluminada

Foto: Alex Vitola / @alexvitola

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